Logística/Localização/Selecção de locais/Selecção sistemática do local para uma instalação: diferenças entre revisões

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{{Nav2|'''[[../|Selecção de locais]]'''|[[../Avaliação e Ponderação Linear (LSR)/]]|[[../Selecção do Local pela Teoria dos Conjuntos Difusos/]]|}}
 
Este tipo de problema, sendo ele também de selecção de um local para uma instalação, baseia-se muitas das vezes tanto em aspectos objectivos quanto subjectivos, isto é, uma grande parte da análise do processo surge em redor de factores de ordem quantitativa e qualitativa, e para além disso, e mais difícil de quantificar por um decisor, factores de ordem subjectiva.
O problema de selecção do local para uma instalação inclui, normalmente, tanto considerações quantificáveis, como não quantificáveis. Normalmente, a selecção do local é realizada em múltiplas fases. A Fase I envolve o desenvolvimento de várias alternativas viáveis; a Fase II reduz o conjunto de alternativas viáveis aos três ou quatro melhores candidatos; e a Fase III consiste na selecção do local preferido. Portanto, é seguida uma abordagem macroscópica antes de se usar uma abordagem microscópica.
 
Um dos aspectos que define este método é o tipo de abordagem adoptada na análise de um processo, uma vez que o gestor logístico começa por efectuar uma abordagem macroscópica do caso de estudo, avaliando aspectos gerais providos de várias alternativas, e só posteriormente recorre a uma abordagem microscópica, em que aprofunda o conhecimento, de forma mais detalhada e minuciosa.
 
 
 
 
 
O problema de selecção do local para uma instalação inclui, normalmente, tanto considerações quantificáveis, como não quantificáveis. Normalmente, a selecção do local é realizada em múltiplas fases. A Fase I envolve o desenvolvimento de várias alternativas viáveis; a Fase II reduz o conjunto de alternativas viáveis aos três ou quatro melhores candidatos; e a Fase III consiste na selecção do local preferido. Portanto, é seguida uma abordagem macroscópica antes de se usar uma abordagem microscópica.
 
Um procedimento, desenvolvido por Brown e Gibson (s.d.), para uso de gestores e analistas de localizações na tomada de decisões sobre selecção de locais, combina a informação relevante sobre localização num modelo de dez passos. São avaliados, tanto factores subjectivos, como quantificáveis, convertidos em índices consistentes e adimensionais, então combinados para darem uma medida da localização para um dado local. O procedimento de dez passos é o seguinte (Tompkins e White, 1984):
 
1. Definir os factores críticos, factores objectivos e factores subjectivos.
2. Avaliar as medidas dos factores críticos.
3. Avaliar as medidas dos factores objectivos.
4. Determinar os pesos dos factores subjectivos.
5. Determinar o peso do local.
6. Avaliar as medidas dos factores subjectivos.
7. Determinar o peso do factor de decisão objectivo.
8. Calcular as medidas das localizações.
9. Fazer análise de sensibilidade.
10. Fazer a selecção do local.
 
O procedimento envolve um método de pontuação baseado em médias geométricas, em vez de médias aritméticas.
 
 
1. Definir os Factores Críticos, Factores Objectivos e Factores Subjectivos
Há muitas listas de factores para serem usados na análise de localização de instalações. Essas listas devem ser usadas como guia no desenvolvimento de uma lista de factores pertinentes para o problema concreto de localização. Todos esses factores devem ser classificados numa ou mais das categorias seguintes: críticos, objectivos e subjectivos.
 
 
Factores Críticos
 
Um factor de localização é classificado como crítico se a sua presença ou ausência é determinante para a localização de uma instalação num local, independentemente de outras condições que possam existir. O factor crítico tem ou não tem que estar presente para que um local continue a ser considerado. Exemplos típicos incluem a disponibilidade de mão-de-obra, serviços públicos, atitude da comunidade e existência de transportes para os produtos que entram e saem.
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