Logística/Gestão de desperdícios e rejeitados/Sistemas de tratamento e destino final/Incineração: diferenças entre revisões

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==; Processo de Incineração==
 
Os elementos constituintes do método de tratamento denominado incineração são: o incinerador, os dispositivos e equipamentos de controlo, de registo e de vigilância, e os sistemas de alimentação de resíduos, de combustíveis, e de ar. Pode ter ou não a recuperação do calor produzido por combustão. Este processo baseia-se em processos térmicos, todos eles com o objectivo de reduzir os resíduos sólidos urbanos (RSU) transformando-os, quer em materiais inertes, quer em materiais e energia. Cerca de 80% do peso e 90% do volume é o resultado esperado destes processos. (Levy p. 292)
 
 
(Figura 1 - Quadro 9.1 p.292)
 
 
A combustão é o processo mais generalizado da incineração que transforma os vários resíduos em produtos sólidos, líquidos e gasosos, com libertação de energia sob a forma de calor. Esta energia produzida é armazenada, em parte transmitida, por condução, radiação e convecção ao combustível de alimentação, aos resíduos e ao sistema de incineração e, em parte nos resíduos da combustão. Em termos gasosos são emitidos, principalmente, <math>CO_2</math>, <math>NO_x</math>, <math>SO_2</math>, <math>pH</math> e <math>H_2O</math> e em termos sólidos, existe recuperação de cinzas. Outros gases, que não cumprem as condições de combustão completa ideais, são produzidos devido a variações da quantidade dos elementos contidos nos RSU. A quantidade de Oxigénio presente na combustão leva a: ''combustão estequiométrica'', isto é, combustão completa; ''combustão com excesso de ar'', ou seja, combustão completa com adição de ar; e, ''combustão com falta de ar'', ou seja,gaseificação ou combustão incompleta. Para garantir a combustão completa, é necessário ter presente uma taxa de ar entre os 40% e os 100% (consoante o incinerador e o tipo de RSU) devido às variações (Levy p. 293)
 
 
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