Diferenças entre edições de "Introdução à Arquitetura de Computadores/Introdução"

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Foram revertidas as edições de João Barros Nsiyaleka (disc) para a última revisão de 187.107.255.15
m (Está página foi editada por: Engº João Barros Nsiyaleka « Big-Bang» Web 2.0Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Web 2.0 é um termo popularizado a partir de 2004 pela empresa americana O'Reilly Media1 para designar uma segunda geração...)
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Os princípios estudados em Arquitetura de Computadores são
fundamentais para se projetar máquinas realmente eficientes.
 
Está página foi editada por: Engº João Barros Nsiyaleka « Big-Bang»
 
== Computadores e as Várias Camadas de Abstração ==
funcionamento de um programa de computador do ponto de vista do
usuário. Como utilizar um aplicativo já criado.
 
= Web 2.0 =
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
'''Web 2.0''' é um termo popularizado a partir de 2004 pela empresa americana O'Reilly Media1 para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a "Web como plataforma", envolvendo wikis, aplicativos baseados em ''folksonomia'', redes sociais, blogs e Tecnologia da Informação. Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores, ou seja, o ambiente de interação e participação que hoje engloba inúmeras linguagens e motivações.
 
Alguns especialistas em tecnologia, como Tim Berners-Lee, o inventor da World Wide Web (WWW), alegam que o termo carece de sentido, pois a Web 2.0 utiliza muitos componentes tecnológicos criados antes mesmo do surgimento da Web.2 Alguns críticos do termo afirmam também que este é apenas uma jogada de ''marketing'' (''buzzword'').3
 
A web 2.0 é alvo de discussão entre alguns entusiastas, tecnófilos e tecnófobos. George Gilder, em seu livro ''Life after television'', traz afirmações acerca dos benefícios da tecnologia, além de apostar que a televisão não irá sobreviver, uma vez que não há espaço para competir com a Internet. Segundo ele, a informática da comunicação tem um sentido libertador para o indivíduo, vivemos uma nova era, em que não haverá mais lugar para a tirania da comunicação de cima para baixo, uma época menos padronizada e mais democrática. Para ele, a revolução da microinformática liquidou com o problema da falta de informação. Em contraponto, Andrew Keen, através de seu livro ''Culto do amador.''
 
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