Diferenças entre edições de "Civilização Egípcia/Novo império"

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Nesse capítulo que fala da arquitetura, não podemos deixar de mencionar Akhenaton, o faraó que mandou erguer uma cidade inteira para homenagear seu deus, Aton. Para que as obras fossem rápidas e pelo próprio fato de se adorar Aton a céu aberto, as paredes eram finas pois os templos não tinham teto. Infelizmente devido à fragilidade das obras e a raiva dos seguidores de outros deuses, quase nada sobrou da cidade de ''Akhetaton''.
[[Image:Nefertite altes Museum3.jpg |thumb|150px|left| Nefertite]]
==Artes==
No Novo Império o Egito foi governado por faraós de gosto refinado, que souberam usar a riqueza disponível em prol das artes em geral. <br>
 
Através das manifestações artísticas podemos observar as mudanças no comportamento da sociedade. Embora a arte egípcia tenha características aparentemente imutáveis, o que a torna reconhecível em qualquer fase da história do país. <br>
De acordo com fontes confiáveis podemos dizer que a Artes do Egito era uma coisa bem desvalorizada por outras civilizações.
Nesse período a escultura ganha mais apuro com os primeiros faraós e se torna colossal na fase de Ramsés II. A pintura, é agora uma arte independente, com o uso de cores muito variadas e do uso de linhas curvas, sugerindo movimento. <br>
A Mesopotamia fazia grandes bombas para poder destruír as obras da civilização alheia (no caso, o Egito) , porem existiu um caso em que eles nao conseguiram bombardear o inimigo com pequenas armadilhas então partiram para a violencia.
Devido às conquistas militares, havia um conhecimento maior de outras culturas, o que trazia novas idéias. O Egito respirava ares novos e estava mais aberto a outros costumes. <br>
construiram uma maquina de fogo para servir como catapulta para destruir as obras alheias só que eles exageraram e acabaram destruindo totalmente o Egito nao sobrando mais nenhuma obra e mais nenhuma pessoa.
A grande mudança na arte egípcia ficou por conta de Akhenaton. Junto com sua reforma religiosa, ele se dispôs a promover uma reforma artística. Uma das peças mais famosas e sem dúvida das mais belas produzidas no Egito, é a cabeça de Nefertiti, esculpida pelo artesão Tutmés (Museu de Berlim). <br>
foi assim que os mesopotamicos destruiram o Egito e suas obras.
O reinado de Akhenaton é ainda um mistério em diversos sentidos. A representação artística nos mostra um faraó magro, barrigudo, com características femininas e um crânio alongado. Se especula se ele sofreria de alguma disfunção física, mas o fato é que tanto sua família como outras figuras são mostradas dessa mesma forma, que beira a caricatura. Portanto este deveria ser o padrão artístico, naturalista como queria o faraó, talvez até mesmo para romper com os padrões tradicionais da arte egípcia. Nessa fase são representados plantas, flores e pássaros. <br>
Hoje foram encontrados destroços de alumas obras de arte mais são muito pequenas e se encontram no museu internancional da Austria.
A arte da fase de Akhenaton é chamada ''estilo amarniano'' (do nome da atual Tell el-Amarna antiga Akhetaton). <br>
 
Nos relevos, os artistas mostram o faraó e sua família em cenas corriqueiras, à mesa, com uma filha no colo, cenas que descreviam com fidelidade a vida na corte. Nelas o faraó e sua família são vistos em grandes paredes, não apenas em faixas. Essas cenas juntavam figuras no fundo, paisagens naturais ou não. Esse foi um dos maiores saltos na arte egípcia, a oportunidade dos artistas reproduzirem o que viam de maneira mais natural com liberdade de expressão. <br>
Assim o Egito acabou-se e as pessoas que moravam lá na epóca foram mortas queimadas pelas bombas de fogo dos mesopotamicos.
Há um relevo do faraó Smenkhkare no Museu de Berlim onde se pode admirar a leveza das roupas e a naturalidade do estilo amarniano. <br>
 
Na fase de Ramsés II a arte voltou a se inspirar no passado de glórias do país. Portanto podemos dizer que os egípcios, embora não tivessem perdido suas habilidades artísticas, passaram a imitar mais do que criar. <br>
[[Image:Louvre 122006 001.jpg|thumb|150px|right|Peitoral com o nome de Ramsés II encontrado na múmia de um touro Ápis]]
Com a descoberta do túmulo intocado do faraó Tuthankamon, tivemos a oportunidade única de de ver a arte egípcia em todo o seu esplendor e variedade. Os móveis, as jóias, os vasos, punhais, carros de guerra, as esculturas do faraó e de animais, em tudo uma amostra da arte refinada do Novo Império. <br>
Na literatura, os exemplos não são muitos, até porque poucos papiros escaparam do estrago feito pelo tempo. Aqui, novamente, Akhenaton e sua revolução, que abriram caminho para o naturalismo nas artes deixaram sua marca. Ainda que após a sua morte os textos retornassem ao clássico, a linguagem comum, adotada no período de Amarna permaneceu de alguma forma ligada ao estilo dos escritores. Um dos mais belos exemplos de poesia lírica da época é o '''Hino a Aton''', de '''Akhenaton''', <br>
O desenho satírico foi popular também nessa época e através dele os artistas faziam comentários zombeteiros e crítica social. Podemos dizer que seriam como tiras de quadrinhos atuais. <br>
[[Image:Papyrus Ebers.png|thumb|150px|left|Papiro Ebers]]
==Medicina no Egito==
Os médicos egípcios, na visão de Heródoto, eram altamente especializados e muito avançados. Como já vimos em outras fases da história egípcia, a medicina era uma área de interesse e estudos na medida em que havia necessidade de curar doenças, feridas (e os egípcios lutaram muitas guerras), de resolver problemas físicos. Graças à mumificação e a oportunidade que a dissecação proporcionava, eles puderam estudar profundamente a anatomia humana. <br>
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