Arduino colaborativo/Software livre

A partir de meados da década de 80 começou a difusão dos pensamentos de um movimento que defendia que um usuário deveriam ter direito à certas liberdades de usufruto de softwares. Essas liberdades se referiam às possibilidades de execução, cópia, distribuição e aperfeiçoamento do software sem que o usuário precisasse pagar ou pedir permissão ao proprietário do produto. Essas idéias convergiram para o chamado Software livre.

Um programa Software livre não significa um software não comercial ou que não venha a cobrar taxas pelo seu uso. Um Software livre refere-se à possibilidade de um usuário ter acesso à quatro preceitos, chamados liberdades [1]:

  • Liberdade 0: A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito
  • Liberdade 1: A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades.
  • Liberdade 2: A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo.
  • Liberdade 3: A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie

Para que as Liberdade 1 e 3 sejam atendidas é imprescindível que o aceso ao código-fonte seja garantido.

Por ser livre, um software pode ter cópias redistribuídas (como ou sem cobrança de taxas), tendo sido modificados ou não. As alterações feitas por um usuário não necessariamente devem ser distribuidas, e se forem não precisam ser informadas ao primeiro autor do produto, ou qualquer outra pessoa em particular. A distribuição deve incluir os arquivos binários ou executáveis do programa, além do código-fonte. Eventualmente os binários ou executáveis não poderão ser distribuídos devido à limitação de alguma linguagem de programação, mas a distribuição dessas, caso desenvolvidas é assegurado.

NotasEditar

  1. Free Software Foundation, Inc. Free software philosophy, disponível em:http://www.gnu.org/philosophy/free-sw.html - 2010