Construção coletiva/ALMIG

Associação Mineira das Lan HousesEditar

A Associação das Lan Houses de Minas Gerais - ALMIG, surgiu em Julho de 2006, com a União de donos de Lan Houses afim de dialogarem sobre melhores condições e desenvolver estratégias para integração Lan house-sociedade. Em 2009, acerta-se uma parceira entre a ALMIG e o TEIA MG, com vistas a fazer das lan houses, dos donos e usuários de Lan House grandes parceiros desse projeto inovador em Minas Gerais.

PropostaEditar

  • Apresentar às Lan Houses a ALMIG e o projeto TEIA;
  • Integrar as Lan Houses entre si;
  • Tornar as Lan Houses potenciais clientes e agentes do TEIA, para fomentar e propagar o comércio e economia locais por ferramentas da web;
  • Fazer das Lan Houses parceiras efetivas e constantes para o projeto de inclusão e integração social da sociedade onde não há computadores de fácil aquisição.

DemandasEditar

Essa demanda surgiu a partir da necessidade de um mapeamento real das velocidades de conexão existentes nas cidades de minas Gerais e o valor pago em cada conexão. Com essa pesquisa, deu pra se mapear cerca de 30% das cidades deminas e estabelecer um contato com as Lan Houses dentro desses municípios. A partir desse contato, a ALMIG vai trabalhar a proposta de integrar as lan houses e capacitá-las para serem agentes do TEIA, como serem captadores de clientes em potencial.

A ALMIG utiliza o twitter para divulgar informações relativas ao universo das Lans Houses como novos jogos que são lançados ao mercado; dicas de como melhorar o atendimento ao público; links relativos a videos ou fatos ocorridos nas lan houses do Brasil e do mundo. Trabalhando o relacionamento com os donos de lan house e explicando pra eles as diversas funcionalidades do Twitter para manter seus clientes informados, percebeu-se que a maioria das pessoas observavam o twitter da almig, viam algo interessante, mas não se cadastravam e nem seguiam a Associação, o que era intrigantes, pois sempre os usuários passavam no site da ALMIG para ver o que foi divulgado. Houve então a necessidade de descobrir o porque da não-adesão ao Twitter por parte dos donos de lan house. Eles questionavam que o site era em inglês e eles não sabiam o que estava escrito. A ALMIG se propôs a bolar um tutorial com imagens e as páginas traduzidas, de modo com que quem não soubesse ler em inglês, fizesse o cadastro e percebesse que ele teria informações exclusivamente nacionais dentro da sua conta. Alguns usuários começaram a utilizar e gostaram da idéia. Desde então começa-se uma nova forma de demanda, que certamente será desenvolvida, que é explicar e enumerar as diversas aplicações do Twitter para empresas, a fim de melhorar o relacionamento com seus clientes.