Guia dos Trouxas para Harry Potter/Personagens/Ariana Dumbledore


Ariana Dumbledore
  • sexo = Feminino
  • cabelos = louros
  • olhos = azuis
  • família = mãe – Kendra Dumbledore, pai – Percival Dumbledore, irmãos – Albus e Aberforth Dumbledore.
  • lealdade = Aberforth Dumbledore

Visão GeralEditar

Ariana Dumbledore era a irmã de Albus e Aberforth Dumbledore. Ela morreu muito jovem, aproximadamente com 14 anos.

Papel nos LivrosEditar

Aviso aos Iniciantes: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

As Relíquias da MorteEditar

Ariana é mencionada no obituário de Albus Dumbledore, escrito por Elphias Doge. Amigo mais próximo de Albus, Elphias apenas escreveu que ela faleceu logo depois de Albus ter terminado a escola.

Rita Skeeter também escreveu sobre a família de Dumbledore num livro escandaloso cheio de insinuações grosseiras. Rita afirma que Ariana era pouco vista fora da casa e sugeriu que ela deveria ser um Aborto.

Numa conversa com Doge, Ron e Auntie Muriel, Harry descobre que a fonte da história de Rita era Bathilda Bagshot, que viu Ariana mas nunca verdadeiramente a encontrou. Muriel acredita que Ariana era um Aborto, um embaraço para a família, embora Doge discorde dizendo que ela era apenas doente. Muriel responde que ela nunca soube que a menina tivesse sido tratada no Hospital St. Mungo. Muriel também menciona que Aberforth quebrou o nariz de Albus numa briga no funeral de Ariana.

Aberforth Dumbledore revela, mais tarde, a verdadeira história para Harry. Três garotos Trouxas viram Ariana fazendo magia quando ela ainda era bem criança. Aberforth contou que os garotos se espremeram para passar pela sebe, e quando ela não conseguiu mostrar a eles como fazer o “truque”, ele ficaram bravos e resolveram impedir aquela “aberração” de fazer outra vez. O que os garotos fizeram, não foi explicado por Rowling, mas o ocorrido a deixou emocionalmente instável e com dificuldades de controlar sua habilidade mágica. O pai dela, Percival, depois de atacar os garotos como vingança, foi condenado a prisão em Azkaban, onde morreu. A mãe, Kendra, com medo de que Ariana fosse obrigada a ir para o Hospital St. Mungo, manteve a filha escondida. Aberforth era o único que conseguia controlar seus ataques.

Depois da morte de Kendra, começou um conflito entre Gellert Grindelwald, que queria escravizar os Trouxas e Albus, que acreditava que os Trouxas deveriam ser governados de maneira benevolente, e sentia-se obrigado a cuidar de sua família. Quando Aberforth descobriu o esquema do Mal entre os dois, explodiu uma briga entre os três, que rapidamente ficou violenta; Ariana entrando em crise, foi atingida mortalmente por uma maldição extraviada. Grindelwald fugiu para Europa, imediatamente. Nem Albus, nem Aberforth nunca souberam quem atingiu Ariana, e ambos viveram sempre carregando essa culpa.

Embora Ariana pouco seja vista em seu retrato pendurado na sala de Aberforth, ele age como um mensageiro que convoca Neville a abrir a passagem que permite a Harry, Ron e Hermione, entre outros, a entrar em Hogwarts antes da batalha final.

Pontos FortesEditar

O fato de sua magia ser descontrolada, a torna muito poderosa, e podemos imaginar que Ariana poderia ter sido uma bruxa poderosa, se ela tivesse podido se desenvolver normalmente.

Pontos FracosEditar

De acordo com Aberforth, quando Ariana foi atacada pelos garotos Trouxas, “isso a destruiu, o que eles fizeram a ela, ela nunca mais foi a mesma. Ela não queria mais usar magia, mas também não podia impedir: a magia acontecia e a deixava louca, saía de dentro dela e ela não conseguia controlar, algumas vezes ela ficava estranha e perigosa. Mas, a maior parte do tempo ela era doce, e assustada e inofensiva.” Por essa descrição, especialmente, acreditamos que a magia é com certeza uma função mental, parece que Ariana ficou com um problema no cérebro bem criança, e nunca sua habilidade mágica pode ser treinada.

Relacionamentos com Outros PersonagensEditar

Ariana tinha uma ligação muito próxima com seu segundo irmão, Aberforth. No livro As Relíquias da Morte, capitulo 28, Aberforth conta que, ele podia convencê-la a comer quando sua mãe não conseguia, podia acalmá-la quando ela tinha acessos de raiva. Isso nos leva a crer que ela adorava Aberforth.

Com relação à ligação de Ariana com o famoso irmão mais velho, Albus, Aberforth diz que “ele não queria que ela o amolasse.” Albus aparentemente se trancava em seu quarto com seus livros e sua correspondência, e tanto Ariana, sua irmã, quanto Aberforth eram sua segunda preocupação.

Depois que sua mãe faleceu num trágico acidente envolvendo Ariana, Albus se tornou um pouco mais responsável pelos cuidados com a irmã, embora isso tenha durado só até a chegada de Gellert Grindelwald.

Ele era, Albus imaginava, seu “igual”, e Ariana novamente ficou em segundo plano. Na verdade, o favorito de Ariana sempre foi Aberforth, até sua morte trágica.

AnáliseEditar

Não há, talvez felizmente, detalhes sobre o que aconteceu com Ariana ou o que a tornou incapacitada. Pela descrição de Aberforth, parece que ela teve um dano cerebral; a descrição de “doce e assustada”, com explosões ocasionais e imprevisíveis de raiva incontrolável, pode ser a descrição de um grande número de deficiências nas quais uma parte do cérebro não se desenvolve ou se desenvolve de maneira incorreta. Crianças com esse tipo de deficiência parecem possuir uma força sobre humana, precisando de muitos adultos para impedi-las de machucarem a si mesmas ou aos outros. Junte esse tipo de comportamento com a habilidade de fazer magia, como aconteceu com Ariana, e parece inevitável que quem cuidava dela ficasse gravemente ferido.

Ouvimos rumores, nunca totalmente confirmados, de que Albus e Aberforth brigaram no funeral de Ariana, o resultado foi o nariz quebrado de Albus. É possível que Aberforth ofendido pela tristeza de Albus, que ele acreditava ser fingida por causa do modo que o irmão tratava Ariana enquanto ela estava viva, simplesmente deu-lhe um empurrão e o esmurrou. É claro que Albus não resistiu e nem revidou. Albus, na verdade, se sentia responsável pela morte de Ariana, e, possivelmente sentiu que o murro de Aberforth era uma coisa merecida.


PerguntasEditar

SpoilerEditar

Aviso aos leitores de nível intermediário: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

Visão CompletaEditar

Albus Dumbledore, no livro As Reliquias da Morte, capitulo 35, diz a Harry que tendo visto o que o poder fez a ele uma vez, nunca mais o quis, e é por isso que sempre recusou o posto de Ministro da Magia. Revendo os episódios em questão, incluindo o duelo em que Ariana morreu, podemos observar que não foi possuir o poder a causa dos problemas de Albus. Ao contrário, foi a busca pelo poder, por ele e por Grindelwald, que resultou na morte de Ariana.