Guia dos Trouxas para Harry Potter/Personagens/Draco Malfoy


Draco Malfoy
  • sexo = Masculino
  • cabelos = louro muito claro
  • olhos = cinzentos
  • família = Lucius Malfoy, Narcissa (Black) Malfoy, família Black.
  • lealdade = à família, que por sua vez é leal aos ideais de Voldemort.

Visão GeralEditar

Draco Malfoy, um menino de cabelos louros e pálido, rosto fino e zombeteiro, é o filho único do rico Lucius Malfoy e de sua esposa Narcissa Black Malfoy. Draco freqüenta a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e está no mesmo ano que Harry Potter. Ele é membro da Casa Slytherin, e está sempre acompanhado de Vincent Crabbe e Gregory Goyle e, ocasionalmente de Pansy Parkinson, todos da Slytherin. Draco gosta de se exibir constantemente por ser um bruxo de sangue puro, da riqueza de sua família e de seu status na sociedade.

De acordo com o web site da autora, Draco nasceu em 5 de junho; o que o torna apenas dois meses mais velho do que Harry. De acordo com a árvore genealógica da Família Black, ele nasceu em 1980. A varinha de Draco é feita de pilriteiro (hawthorn) com o miolo de pelo de unicórnio.

Papel nos LivrosEditar

Aviso aos Iniciantes: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

A Pedra FilosofalEditar

Draco Malfoy aparece na história na loja de Madam Malkin, no Beco Diagonal, onde ele e Harry estão experimentando suas vestes escolares. Draco, que não se apresenta, expressa o desejo de ser escolhido para a Casa Slytherion. Ele pergunta o nome de Harry, mas Hagrid aparece na janela e os distrai antes que Harry possa responder. Harry está um tanto mal impressionado pela afirmação de Draco, de que as famílias de sangue puro são superiores, e pergunta sobre isso a Hagrid; Hagrid rejeita essas preocupações dizendo que Draco se sentiria menos importante se soubesse quem é Harry.

Draco aparece novamente, com seus dois amiguinhos, Crabbe e Goyle a tiracolo, dentro do Expresso de Hogwarts. Draco demonstra surpresa ao saber que o garoto é o verdadeiro Harry Potter, depois faz comentários ofendendo Ron Weasley, que divide o compartimento com Harry, e sugere que Harry deveria se aliar a ele, Draco ao invés de se juntar com Ron. Harry responde que sabe perfeitamente escolher as pessoas de quem ficar amigo, dispensando Draco. Draco quer as gulodices que Harry comprou, mas quando Goyle tenta agarrar um bolo de caldeirão, o rato de Ron, Perebas, o ataca. Draco, Crabbe e Goyle vão embora na maior confusão.

Draco é selecionado para a Casa Slytherin, como já esperava, assim como os “coleguinhas” Crabbe e Goyle. Harry e Ron descobrem que têm uma aula dupla de Poções junto com a Slytherin. Draco, Crabbe e Goyle dão risadinhas quando o Professor Snape ao ver o nome de Harry comenta: “Nossa nova… celebridade.” Snape obviamente prefere Draco, e frequentemente critica todos os outros alunos da turma.

Exceto pela aula de Poções, Harry conseguiu evitar Draco, mas fica amolado ao saber que as aulas de vôo serão partilhadas com a Slytherin. Harry está louco para aprender a voar, mas tem medo de passar vergonha com Draco presente. Ron imagina que Draco deve saber um pouco mais sobre vôo do que Harry, mesmo com toda a exibição; Draco tem muitas histórias de vôo para contar, embora todas elas terminem com uma fuga rápida dos helicópteros dos Trouxas.

No café da manhã, antes da primeira aula de vôo, Neville recebe um pacote contendo um Berrador. Draco passando pela mesa, agarra o Berrador, na mesma hora, Harry e Ron pulam da mesa aproveitando uma desculpa para brigar. A Professora McGonagall chega na hora e interrompe, e Draco devolve o Berrador a Neville.

Na aula de vôo, Harry e Ron ficam vibrando quando Madam Hooch corrige o modo como Draco segura a vassoura, dizendo que ele deve estar fazendo isso há muito tempo. Quando Draco zomba de Neville após seu acidente, Parvati Patil avisa a ele para calar a boca, fazendo com que Pansy Parkinson, maldosamente diga que Parvati gosta de Neville. Desobedecendo a ordem para todos os alunos ficarem no chão durante sua ausência. Draco agarra o Lembrol de Neville e sai voando em sua vassoura, com a intenção de colocar o Lembrol no alto de uma árvore. Harry o segue em sua vassoura, descobrindo que tem a habilidade natural de voar, e que Draco é muito menos corajoso sem Crabbe e Goyle por perto. Draco, intimidado, joga o Lembrol para o alto. Harry mergulha e o pega antes que se arrebente no chão. A Professora McGonagall assiste a tudo e leva Harry, Draco sorri triunfante achando que ele será expulso.

Mais tarde, Draco ameaça Harry para um Duelo Bruxo à meia noite. Ron imediatamente se oferece para ser o padrinho de Harry, e Draco escolhe Crabbe para ser o seu. Quando Harry chega à sala de troféus, na hora marcada, fica claro que Draco nunca pensou em comparecer. Ao invés, quem chega é Filch, caçando os alunos. Depois de conseguirem fugir de Filch, Hermione deduz que Draco avisou Filch, que Harry e os outros estariam lá depois do horário permitido. Draco fica totalmente desapontado porque Harry novamente escapou de ser expulso. E ainda fica mais chateado, quando, uma semana depois, um pacote comprido e fino é entregue a Harry, no café da manhã. Draco percebe que aquilo só podia ser uma vassoura, e avisa ao Professor Flitwick. Flitwick concorda que é uma vassoura, mas comenta que um aluno da primeira série, como Harry, pode ter sua vassoura em circunstâncias especiais.

Draco, fica enraivecido quando a Gryffindor vence a Slytherin no Quadribol, depois de Harry quase engolir o Pomo, e zomba que o próximo agarrador da Gryffindor vai ser um sapo com um bocão. Quando tudo isso falha em aborrecer Harry, Draco começa a ridicularizar a vida de Harry na sua casa Trouxa, e seus planos de ficar na escola no Natal. Harry nem se preocupa – ele na verdade, espera que esse seja o melhor Natal de sua vida, porque os Weasleys também vão ficar em Hogwarts. Quando Draco começa a fazer zombarias grosseiras sobre a pobreza de Ron, este fica furioso, cai em cima de Draco e perde 5 pontos de sua Casa porque Snape chegou bem na hora.

Logo após o Natal, Neville Longbottom cai bem na entrada da Torre da Gryffindor, suas pernas foram enfeitiçadas para ficarem grudadas. Draco o enfeitiçou do lado de fora da biblioteca, e disse que só estava procurando alguém para praticar. Hermione desfaz o feitiço, e Harry encoraja Neville a ficar corajoso frente aos tipos bullies (fanfarrões) como Draco.

Draco, Crabbe e Goyle sentam exatamente atrás de Ron e de Neville no jogo contra a Hufflepuff. Logo nos primeiros minutos, Draco provocou Ron que respondeu, Neville hesitou mas se juntou à briga. Ron ganhou um nariz sangrando mas, deu a Draco um olho preto.

Draco deveria estar muito próximo, quando Harry lê o bilhete de Hagrid dizendo que o ovo do dragão está quebrando. Harry, Hermione e Ron vão até a cabana de Hagrid para ver. Lá de dentro, Hagrid observa que alguém estava bisbilhotando pela janela, e Harry reconhece a figura que foge, como sendo Draco. Norberto, o bebê dragão, mais tarde morde a mão de Ron, fazendo com que ele fosse até a ala hospitalar, onde logo Draco aparece, dizendo que tinha vindo pegar um livro emprestado. Ao invés disso, ele atormenta Ron ameaçando contar a Madam Pomfrey, o que, na verdade, mordeu ele. A carta de Charlie Weasley especificando quando Norberto será levado embora, está dentro do livro que Draco leva emprestado. Mais tarde, Harry e Hermione, sob a Capa da Invisibilidade, vão até a torre mais alta para entregar Norberto ao grupo que veio buscá-lo. No caminho eles vêem a Professora McGonagall tirando pontos da Casa de Draco e lhe dando um castigo por estar fora do dormitório depois da hora, e por fabricar histórias fantasiosas sobre um dragão.

Esses eventos noturnos também levam Harry, Hermione e Neville ao castigo junto com Draco; uma semana antes dos exames, Filch leva os quatro até Hagrid, que explica que eles vão para a Floresta Proibida. Draco protesta e se recusa a participar, dizendo que isso é serviço de empregados, no entanto, ele acaba concordando depois que Hagrid avisa, ou vai ou será expulso! Alguma coisa está matando os Unicórnios, e o trabalho dos alunos é ajudar Hagrid a encontrar um ferido e descobrir o que o feriu ou matou. Apesar do medo inicial, Draco, que está junto com Neville, começa a ficar chateado e a assustar Neville, que reclama com Hagrid. Hagrid faz nova mistura de grupos, de modo que, Draco fica com Harry, que é muito mais difícil de assustar. Quando Harry e Draco encontram o Unicórnio morto, vêem uma sombra pairando sobre o animal, aparentemente bebendo seu sangue; Draco foge apavorado.

Draco é visto novamente na festa de final de ano, onde Harry fica enjoado só de ver Draco celebrando, fazendo brindes pela vitória do Troféu das Casas, ganho pela Slytherin. Mas Harry repentinamente se empolga ao ver a expressão abobada e horrorizada de Draco, quando, após o último minuto na contagem dos pontos das Casas, Gryffindor é declarada vencedora.

A Câmara SecretaEditar

Malfoy se juntou à equipe de Quadribol da Slytherin como apanhador, embora isso tenha sido arranjado por seu pai, Lucius Malfoy, que fez uma doação de vassouras de corrida para todo o time. Quando os alunos começaram a ser atacados, Harry desconfiou que Draco poderia ser o herdeiro de Salazar Slytherin, e portanto, estar apto para abrir a Câmara Secreta e soltar o monstro lá de dentro, que mataria os alunos nascidos Trouxas. Usando a Poção Polisuco, que Hermione preparou secretamente, Harry e Ron se transformam em Crabbe e Goyle para tentar descobrir a verdadeira identidade do herdeiro. Isso só serviu para eles descobrirem que “não” é Draco e nem ele sabe quem pode ser.

O Prisioneiro de AzkabanEditar

Nesse livro, Draco se aproxima de Bicuço com cuidado e até coloca a mão em seu bico. No entanto, ele erra ao xingar a criatura e é atacado por ele durante a primeira aula de Trato das Criaturas Mágicas.

Mais tarde, Hermione dá um tapa na cara de Draco porque ele estava rindo da future execução de Bicuço. Draco também zomba de Harry dizendo que ele deveria querer vingança contra Sirius Black, que Harry ainda não sabe, é seu padrinho, e está ligado às mortes de James e Lily Potter. Existem grandes chances de que Draco saiba que Sirius é inocente porque Sirius é primo de Narcissa Malfoy, a mãe de Draco.

O Cálice de FogoEditar

A primeira aparição de Draco acontece na Copa do Mundo de Quadribol com seus pais, e mais tarde, o Trio o vê se escondendo na mata durante o ataque dos Comensais da Morte. Os comentários implicantes e seu modo engraçadinho indicam que ele sabe quem está por trás do ataque.

Durante o ano escolar, Alastor Moody o transforma num furão, por tentar atacar Harry pelas costas. Draco é resgatado pela Professora McGonagall. Ele também dá informações maldosas sobre Harry e seus amigos para a jornalista, nem um pouco respeitável, Rita Skeeter, que também é um Animago sem registro.

Draco vai ao Baile de Inverno acompanhado de Pansy Parkinson. Pansy aparentemente está apaixonada por Draco mas, os sentimentos dele por ela não são conhecidos.

A Ordem da FênixEditar

Draco é escolhido como Monitor da Casa Slytherin junto com Pansy Parkinson, Quando viajam da estação de trem para o castelo de Hogwarts, Draco e os “coleguinhas” viajam na carruagem sem cavalos, junto com Pansy Parkinson.

Draco, Pansy, Crabbe e Goyle estão rindo de alguma coisa quando chegam à aula de Trato das Criaturas Mágicas. Quando a Professora Grubbly-Plank, que está substituindo Hagrid, pergunta se alguém pode identificar algumas criaturas, Hermione levanta a mão, e Draco prontamente a imita. Pansy dá gritinhos e risadas, depois grita, quando os feixes de galhos sobre a mesa, pulam, revelando serem Tronquilhos. Enquanto pega um Tronquilo, Draco sugere a Harry que Hagrid deve ter encontrado alguma coisa “grande demais” para ele e acabou ferido. Embora nós ainda não saibamos de nada, e Harry também não consiga fazer uma ligação, isso indica que Draco sabe alguma coisas sobre a missão secreta que Hagrid está cumprindo para Dumbledore.

Quando a Professora Umbridge está avaliando a aula de Trato das Criaturas Mágicas da Professora Grubbly-Plank, durante a ausência de Hagrid, Malfoy afirma que foi ferido pelo Hipogrifo. Quando Hagrid retorna a Hogwarts, ele avisa à classe que eles irão trabalhar na Floresta Proibida. Draco parece apavorado, precisando ter a certeza de que eles vão lidar com criaturas apropriadamente treinadas, mas ele não acredita nisso, basta olhar para a aparência de Hagrid.

O Decreto Educacional nº 24, banindo todas as organizações não autorizadas da escola, é publicado, e Draco afirma que o time de Quadribol da Slytherin será liberado quase que imediatamente, uma vez que seu pai tem grande influência sobre o Ministério. Ele implica com Harry dizendo que ele será enviado para St. Mungo, onde existe uma ala especial para os loucos incuráveis. Ao ouvir isso, Neville tenta atacar Draco, mas Harry e Ron o impedem.

Durante um encontro secreto da Armada de Dumbledore, Dobby aparece subitamente para avisar a Harry que Umbridge descobriu tudo e que está indo para lá. Harry manda os membros da AD fugirem, depois vai até o banheiro onde Draco está escondido, e o pega com um Trip Jinx. Ao chegar, Umbridge dá 50 pontos para a Slytherin, e envia Draco a procura de outros membros da Armada. Harry é arrastado até o escritório da Diretora, onde Cornelius Fudge e Dumbledore, já estão aguardando. Umbridge conta que Draco pegou o “menino Potter”. Fudge responde que vai contar a Lucius Malfoy.

Depois de Umbridge destituir Dumbledore como Diretor e assumir o comando, Draco, Montague e Pansy Parkinson são escolhidos por ela como o Esquadrão Inquisitorial. Eles recebem poder irrestrito de tirar pontos das Casas; Draco rapidamente abusa de sua autoridade.

Logo depois, a Professora Umbridge manda Draco pedir ajuda a Snape para arrancar Montague, um membro do Esquadrão Inquisitorial, que estava sumido, de dentro de um banheiro. Draco interrompe Harry e Snape durante uma aula de Oclumência. Draco fica intrigado e divertido quando Snape, para disfarçar o que fazia, explica que Harry está tomando remédios, Poções.

Quando os exames N.O.M.s se aproximam, Draco faz questão de anunciar que as notas dos exames N.O.M.s que você faz, valem menos do que “quem” você conhece. Ele aproveita para mencionar que seu pai é grande amigo de Griselda Marchbanks, Diretora dos Exames Bruxos. Neville cochicha para Harry e Ron que Griselda Marchbanks é amiga de sua avó, e que ela jamais mencionou a família Malfoy.

No exame N.O.M. de Feitiços, seu examinador, o Professor Tofty, o cumprimenta assim, “o famoso Harry Potter?”. Draco ouvindo isso, olha maldoso para Harry, enquanto o copo de vinho que ele está fazendo levitar cai e quebra.

Umbridge pega Harry usando a lareira de seu escritório, quando ele tenta, desesperadamente fazer contato com Sirius Black, que pode estar em perigo no Ministério. Dois membros do Esquadrão Inquisitorial, Draco e Millicent Bulstrode estão junto com ela. Draco e Umbridge seguram Harry, enquanto Millicent captura Hermione. Quando Harry se recusa a revelar quem ele estava tentando contactar, Umbridge ordena que Draco chame Snape; Hermione de repente, “confessa” que eles estavam tentando falar com o Professor Dumbledore sobre uma arma secreta que eles construíram. Umbridge exige que Hermione a leve até lá. Draco sugere ir junto, e Hermione logo acha uma boa idéia; com grandes suspeitas e sob os protestos de Draco, Umbridge declara que apenas Hermione e Harry irão. Os outros membros da Armada que haviam sido capturados, fogem do Esquadrão Inquisitorial, ajudados pelo feitiço lançado por Ginny em Draco.

Quando Harry retorna a Hogwarts após a batalha no Ministério, Draco, com Crabbe e Goyle, ameaçam se vingar porque seu pai, Lucius, foi enviado para Azkaban. A chegada de Snape acaba com o duelo antes que qualquer feitiço seja lançado.

A bordo do Expresso de Hogwarts, Draco tenta enfeitiçar Harry, mas os membros da Armada de Dumbledore chegam a tempo e, Draco, Crabbe e Goyle são enfeitiçados até que pareçam lesmas enfiadas em uniformes de Hogwarts. Harry, Ernie e Justin, deixam os três na prateleira de bagagens.

O Enigma do PríncipeEditar

Durante esse livro, Draco passa a maior parte do tempo na Sala Precisa, com exceção da festa do Professor Slughorn, quando Harry escuta, mais tarde uma discussão entre Snape e Draco.

Mais tarde Harry encontra Draco soluçando no banheiro dos garotos. Aparentemente ele está tentando fazer alguma coisa que não está dando certo, e ele morre de medo do que poderá acontecer com ele e sua família, caso ele falhe. Vendo a figura de Harry refletida no espelho, Draco gira e lança maldições sobre ele. Harry, ao se defender usa Sectumsempra, uma maldição desconhecida que ele aprendeu no Livro do Príncipe, apenas com a nota escrita na página que dizia “Para Inimigos”. Draco quase morre de tanto perder sangue, mas é salvo pela chegada providencial de Snape.

Draco havia sido escalado por Voldemort para matar Dumbledore. Quando Draco cerca o Professor na Torre de Astronomia, ele não consegue cumprir as ordens de Voldemort. Quando ele está quase abaixando a varinha, e aceitando a ajuda de Dumbledore, outros Comensais da Morte, inclusive Bellatrix Lestrange que invadiram Hogwarts com a ajuda de Draco, o encontram junto com Dumbledore. Snape também chega, e, enquanto Harry olha impotente, por baixo da Capa da Invisibilidade, Snape lança a Maldição Mortal sobre Dumbledore. Draco é visto pela última vez sendo carregado por Snape, enquanto ele e os outros Comensais da Morte escapam de Hogwarts.

As Relíquias da MorteEditar

Harry, Hermione e Ron fogem de dois Comensais da Morte numa cafeteria aberta a noite toda em Tottenham Court Road, alterando suas memórias, de modo que eles não consigam mais lembrar quem eles quase capturaram.

O Trio então, se esconde no Número 12 de Grimmauld Place. Logo após a chegada deles, o ódio de Voldemort novamente penetra na mente de Harry, e ele vê o Comensal da Morte Thorfinn Rowle sendo torturado por não ter conseguido agarrar Harry. Harry fica muito impressionado ao ver que é Draco (que está com uma aparência doentia) que é forçado a torturá-lo.

Os Snatchers, liderados pelo lobisomem Fenrir Greyback prendem o Trio, mas Harry altera magicamente seu rosto, fazendo com que seja difícil reconhecê-lo. Na Mansão Malfoy, Lucius chama Draco para identificar Harry. Talvez por causa do rosto muito inchado de Harry, Draco não faz uma identificação definitiva, embora talvez possa estar protegendo Harry. Narcissa Malfoy, no entanto, reconhece Hermione e já está quase chamando Voldemort, quando Bellatrix faz com que ela pare. Depois de prender os outros no porão, Bellatrix tortura Hermione para obter informações sobre a Espada de Gryffindor. Quando Hermione diz que é falsa, Lucius manda Draco chamar Grampo para verificar sua autenticidade. Assim que Draco sai do porão, Dobby aparata.

Quando Harry e Ron escapam do porão, Ron, armado com a varinha de Peter Pettigrew desarma Bellatrix, mas é forçado a entregar a varinha quando Bellatrix encosta uma faca no pescoço de Hermione. Draco recolhe as varinhas, mas depois que Dobby derruba o candelabro sobre Bellatrix, Harry agarra as três varinhas (de Bellatrix, Pettigrew e Draco) da mão de Draco antes que ele e Dobby fujam, embora Dobby tenha sido morto.

A grande surpresa, quando Draco, Crabbe e Goyle cercam Harry na Sala Precisa, é que não é Draco o mais falador, e sim os outros dois. Draco manda que Harry entregue sua varinha e Harry recusa. Quando Crabbe começa a usar o feitiço Descendo nas pilhas de entulhos, Draco manda que ele pare, dizendo que vão destruir a Sala e não vão conseguir achar o Diadema. Quando Crabbe lança o Fiendfyre, Harry, Ron e Hermione escapam nas vassouras; Harry ainda consegue salvar Draco e Goyle mas Crabbe ficou para trás.

Quando Harry, Ron e Hermione estão voltando sob a Capa da Invisibilidade, para a Casa dos Gritos, eles passam por Draco, que está implorando para um Comensal da Morte não enfeitiçá-lo, porque ele está do mesmo lado. Harry estupora o Comensal da Morte e Ron acerta Draco, dizendo que é a segunda vez que eles salvam sua vida e o chamando de duas caras.

Enfrentando Voldemort no Grande Salão, Harry diz a ele que, mesmo que Voldemort tenha a Varinha das Varinhas, ele não pode comandá-la. A varinha deve sua fidelidade àquele que a tirou de seu proprietário anterior; e como Snape não a tirou de Dumbledore, Snape nunca foi seu mestre. No entanto, foi Draco quem desarmou Dumbledore; e Draco, por sua vez, foi desarmado por Harry algumas semanas antes. A varinha que Harry tirou de Draco agora está em suas mãos. Agora a dúvida é, sera que a Varinha das Varinhas sente que Draco foi desarmado? Se é assim, Harry agora é o mestre da Varinha das Varinhas.

No Epílogo, vemos Draco, que cumprimenta Harry com um aceno de cabeça, ele está com sua esposa e filho, Scorpius. Draco está ficando levemente calvo o que faz seu queixo parecer mais pontudo.

Pontos FortesEditar

Draco é inteligente, capacitado em magia, e cresce como um bruxo forte; seu pai o introduziu desde cedo, em algumas artes negras, que a maioria dos jovens bruxos raramente ficam sabendo. Isso deu a ele algumas vantagens que faltam a outros bruxos. Como a maior parte de seus familiares, Draco foi escolhido para a Slytherin, onde é o preferido do Professor Snape. A família de Draco é bastante rica e influente, e embora o próprio Draco jamais tenha tido alguma influência no Ministério ou em qualquer outra instituição mágica, ele se beneficia disso através de seu pai. É provável que a riqueza e a influência de sua família o tenham ajudado a manter seus “coleguinhas” Crabbe e Goyle sempre fazendo o que ele manda.

O ponto mais forte de Draco pode ser que, ele não possui, muito diferente de sua família, a natureza diabólica, lhe falta o lado negro. Isso, muitas vezes, causa a ele uma grande angústia e ele acredita ser uma grande vergonha, quando não consegue ser, completamente, o agente de Lord Voldemort. No entanto, é a inata moralidade de Draco, que comanda seu comportamento. Enquanto Draco trai sua família, sempre inconsciente disso, suas ações mais tarde, na série, salvam outras vidas, assim como sua própria alma, e mostram que ele é capaz de sentir remorso e ter salvação. E, mesmo assim, ele sempre vai personificar as tradicionais características da Slytherin. Draco aprende muito com os erros de sua família, como que é preciso manter a natureza moral e se tornar uma pessoa bem melhor do que seus parentes perversos.

Pontos FracosEditar

Ao invés de desenvolver os dons e habilidades próprios de sua personalidade específica, o caráter de Draco é praticamente formado e suportado, completamente pela riqueza e reputação de sua família, assim como de seus seguidores.

Quando está acompanhado pelos capangas Crabbe e Goyle, ele se exibe e ameaça os outros; mas, no inicio das aulas de vôo, no primeiro livro, vemos que ele fica completamente perdido sem a presença dos seguidores. Confrontado sozinho por Harry, que está montando uma vassoura pela primeira vez, Draco se encolhe vergonhosamente. Tendo desafiado Harry para um duelo, ao invés de manter o compromisso, ele avisa a Filch que os alunos vão estar fora dos dormitórios depois da hora. Mesmo junto com Crabbe e Goyle ao seu lado, ele não tem mesmo muita coragem. Quando Hermione lhe dá um tapa na cara, os três simplesmente se encolhem. Essa fraqueza de comportamento e caráter permanece através de toda série, e na Batalha de Hogwarts, no final do último livro, vemos Draco suplicando por sua vida.

De fato, Draco pelo menos através dos primeiros cinco livros, não possui nenhuma honra. Ele é o próprio resumo das crenças dos Slytherins “usar de qualquer meio para chegar ao fim desejado”, como diz o Chapéu Seletor.

No sexto livro, a persona exibida e ameaçadora de Draco começa a se desmanchar, a partir do momento em que Voldemort o escolhe para uma tarefa indizível. Um lado mais vulnerável de sua personalidade fica exposto, enquanto ele se desespera para obedecer as ordens de Voldemort, sabendo que isso envolve um ato que ele é incapaz de fazer, mas tem que fazer para proteger sua família.

No sétimo livro, Draco mostra que também existem mais limites para o que ele pode fazer ou fará. Enquanto nós vemos que ele ainda não tem um caráter forte o suficiente para resistir a ser manipulado, também sua juventude, inexperiência, subordinação à autoridade forte de sua família, e medo de Voldemort são fatores que contribuem para seu comportamento. Em particular, Harry vê a repulsa de Draco quando forçado a torturar um Comensal da Morte, Rowle, e vemos a relutância de Draco ao identificar Harry após a sua captura, sabendo que se reconhecesse, Voldemort iria matá-lo imediatamente. Em ambos os casos, Draco resiste, mas ele não consegue deixar de ser explorado especialmente porque ele teme pelas vidas dele e de sua família.

Relacionamentos com Outros PersonagensEditar

A Nêmesis de Malfoy é Harry Potter, que ele despreza por ser de sangue mestiço e porque ele foi o instrumento da queda de Lord Voldemort. Ele se sentiu insultado quando Harry desprezou sua oferta de amizade depois de seu primeiro encontro, pelo próprio fato de Harry preferir a companhia de Ron ao invés da dele. Draco também detesta a fama de Harry e talvez tenha ciúmes do grande poder de Harry como bruxo. Draco igualmente despreza Hermione e Ron, Hermione porque é nascida Trouxa e uma aluna superior, e Ron, porque embora seja sangue puro, ele é pobre, e sua família acolhe os mestiços e nascidos Trouxas, e os trata da mesma forma que os bruxos de sangue puro, além de defenderem os direitos dos Trouxas.

Draco não possui amigos verdadeiros entre seus colegas Slytherins, apenas os dois capangas, Crabbe e Goyle, que Draco trata como criados, sempre mandando neles e eles seguindo suas ordens. No entanto, parece que ele sente alguma ligação emocional com os dois, uma vez que ele fica chateado quando Crabbe é morto, e tenta de tudo para manter Goyle vivo e seu status. Draco em geral considera qualquer aluno que não seja Slytherin, como inferior. Essa atitude também se estende para os professores de Hogwarts e todos os funcionários, embora, aparentemente ele admire o Professor Snape enquanto considera o Professor Dumbledore tolo e ineficaz.

No livro seis, Harry ouve Draco se gabando de uma missão importante que Lord Voldemort lhe deu. Quando Harry comenta isso com Ron, ele acha que Draco estava só querendo impressionar Pansy Parkinson. Pansy é a companheira de Draco no Baile de Inverno, no livro 4, e ela é sempre vista próxima a ele, mas parece que os relacionamento dos dois não vai adiante e nem que Draco tenha algum interesse romântico por ela. Pansy, no entanto, sempre parece interessada na possibilidade de namorar Draco, talvez, como os outros, atraída pelo nome e a riqueza da família.

Draco é sempre respeitoso e obediente com seus pais, especialmente com seu pai, que Draco ama e admira, mas também teme. Draco parece amar profundamente sua mãe, embora não seja capaz de demonstrar. Sendo filho único e filho homem, ambos os pais parecem ter grandes expectativas de que ele dê continuidade ao legado da família, mantendo suas tradições e permanecendo leal ao Lord das Trevas e suas raízes de sangue puro.

Bellatrix Black Lestrange é irmã de Narcissa Malfoy, portanto tia de Draco. O relacionamento entre eles nunca nos pareceu próximo, embora Bellatrix tenha ficado bem impressionada, quando Draco mostrou desejo de desempenhar a missão secreta designada por Voldemort; ela também foi a professora de Draco em Oclumência, talvez para impedir Snape, em quem ela nunca confiou, de ler a mente de Draco e descobrir mais detalhes sobre os planos do Lord das Trevas. Bellatrix incentiva Snape a fazer o Voto Perpétuo com Narcissa para ajudar Draco, caso ele falhe ao completar a missão de Voldemort, embora, com isso ela se mostre mais motivada a confirmar que a missão terá sucesso, do que a proteger seu sobrinho.

De acordo com Narcissa Malfoy, o Professor Snape é o professor favorito de Draco. Parece que também, Draco é o aluno favorito de Snape, embora sua ligação com a família Malfoy, rica e influente, tenha algo a ver com isso. Mais tarde na série, Snape na verdade, está trabalhando com Dumbledore para proteger Draco, sabendo que a intenção de Voldemort é matar o garoto apenas para punir Lucius Malfoy por ter falhado em recuperar a profecia. Draco no entanto, resiste à ajuda de Snape, talvez acreditando que isso só iria por sua família em perigo, e talvez sua tia Bellatrix ficasse mais descrente dele. Quando Snape foge após a batalha de Hogwarts, ele força Draco a fugir com ele, talvez com medo de que a vida de Draco ficasse em perigo caso ele ficasse para trás.

Também, embora nunca fosse comentado na série inteira, Draco é primo em primeiro grau de Nymphadora Tonks, uma vez que as mães Narcissa e Andromeda, são irmãs. Por causa do fato de Andromeda ter casado com um bruxo nascido Trouxa, Ted Tonks, ela foi renegada pela família, os Blacks.

Nem Andromeda e nem a família Black tem interesse em reconhecer esse parentesco. Apenas Sirius Black, primo de Andromeda que também foi renegado pelos Blacks, tem algum contato com a família dos Tonks.

AnáliseEditar

Rowling usa Draco na série como o inimigo de Harry Potter, e também como um contraste à sua personalidade. Sangue Puro, diabólico, Slytherin, Comensal da Morte, essas características mostram como Draco difere de Harry. É interessante notar, no entanto, como Draco gradualmente se torna uma pessoa melhor com o decorrer da série.

Podemos notar que a Lealdade é mencionada, porque Draco é leal à sua família. Enquanto Draco certamente revela o sentimento de superioridade incutido pelos seus ancestrais, e portanto é ligado com Voldemort, que defende essa crença, podemos perceber que Draco não tem estômago para os métodos de Voldemort. Sua ligação com a organização dos Comensais da Morte, foi certamente dirigida por sua família.

Os Primeiros Cinco LivrosEditar

Através dos primeiros cinco livros, o comportamento de Draco é consistente. Aparentemente é o arquétipo Slytherin, Draco usa qualquer meio, justo ou não, para alcançar o sua meta. Tudo funciona por meio da importância ou da corrupção, por exemplo, ele se tornou o novo apanhador do time de Quadribol, quando seu pai doou vassouras caríssimas para todo o time. Ele faz pouco dos alunos das outras Casas, constantemente, e em especial de Harry, Ron e Hermione. Ele dá impressão de ser extremamente auto confiante, quase que certamente, por acreditar que a riqueza de seu pai e o status de sangue puro da família podem lhe garantir qualquer coisa que deseje, ao invés de tentar consegui-las através de seus próprios talentos e habilidades Também observamos que ele vive rodeado por puxa-sacos (especialmente Pansy Parkinson) e amigos fortões (Crabbe e Goyle devem aproveitar-se do status).


Draco especialmente faz pouco de nascidos-Trouxas (como Hermione), cujos pais não têm habilidade mágica, e gente de sangue impuro, mestiços, (como Harry), filhos de bruxos ou bruxas que nasceram Trouxas, ou aqueles que afirmam gostar de Trouxas (como a família Weasley). Como a maioria dos covardes, Draco se encolhe imediatamente quando tem que encarar uma força superior. No livro dois, capitulo 4, o arrogante pai de Draco, Lucius, também está depreciando seu filho, obrigando Draco, que teme seu pai, a ficar calado e quieto (ele não tinha outra chance). Além disso, quando Hermione, perturbada além dos limites, dá um tapa na cara de Draco, ele e seus capangas saem correndo.

Isso nos mostra que Draco foi moldado pela figura de seu pai. Draco, é claro, ficou mal quando seu pai foi removido do Conselho dos Governadores de Hogwarts, mas ele se recuperou. Podemos imaginar que ele convenceu a si mesmo, que foi apenas um engano que seria logo corrigido, quando o Conselho percebesse seu erro. No entanto, a prisão de Lucius no livro cinco, capitulo 38, afeta Draco de maneira grave. No inicio, ele mantém sua arrogância, culpando Harry por seu pai ter sido preso, o que é, no seu modo de ver, uma inversão de como as coisas deveriam funcionar. Por ser sangue puro, Lucius deveria estar acima dos esforços feitos por nascidos Trouxas ou adoradores de Trouxas, e acontece que ele não estava. Portanto, o fato de Lucius permanecer preso certamente teve algum efeito sobre Draco.

O Enigma do PríncipeEditar

Draco encontra problemas complicados que tem dificuldade de resolver sozinho. Suspeitamos que ele se tornou um Comensal da Morte, ele parece um tanto obsessivo, protegendo o local onde a Marca Negra poderia estar em seu corpo, mas isso nunca foi confirmado e ele jamais revelou a Marca.

Embora exiba a mesma arrogância, começamos a ver que sua armadura está se partindo. Na aula de Poções que tem junto com Harry, ele não implica mais. Ele fica se lamentando com a Murta Que Geme sobre alguma coisa que está tentando e não está dando certo. No capitulo 27 no fim do livro, ele claramente foi oprimido pelas obrigações secretas que teve que desempenhar; uma, matar Dumbledore, é uma coisa que ele não consegue fazer. Sua fraqueza quando teve que encarar essa situação, parecia muito diferente da pessoa que acreditávamos que Draco era. Sua mãe, é claro, conhece bem seu filho, e, no capitulo 2, ela conta seu medo para Snape, medo que Draco falhe e seja punido por isso.

As Relíquias da MorteEditar

O Lord das Trevas certamente conhece Draco melhor do que nós, porque no livro anterior, Voldemort deliberadamente, encarregou Draco dessa tarefa justamente para que ele falhasse, e assim ele usaria isso como uma forma de punir a família de Draco por suas faltas anteriores em cumprir as ordens de Voldemort. Voldemort conhece as fraquezas de Draco, que são aquilo que nós reconhecemos como o que existe de humanidade em seu interior. Diversas vezes em que vimos Draco e sua família deixam isso claro, Draco, embora desprezível, não é profundamente perverso. Ele é obrigado a torturar um Comensal da Morte que falhou com Voldemort, e Harry vê, através dos olhos de Voldemort a repulsa de Draco ao ter que fazer aquilo. Quando Harry é capturado e levado à Mansão Malfoy, Draco sabe que, se identificar Harry, ele junto com Ron e Hermione serão mortos, e isso faz com que Draco fique na dúvida para não confirmar a identidade.

Mais tarde, Draco, com Crabbe e Goyle permanecem em Hogwarts depois que os outros Slytherins vão embora antes da Batalha de Hogwarts, aparentemente para tentar capturar Harry para Voldemort. Talvez ele acredite que isso possa recuperar a boa vontade de Voldemort para com sua família. A natureza ameaçadora de Draco parece sempre mais pronunciada quando ele está nos Salões de Hogwarts, longe da autoridade do pai dele, e com o apoio de Crabbe e Goyle. No entanto, durante a batalha, Draco parece mais preocupado em se preservar do que em atacar qualquer dos lados da luta.

Parece que Draco nunca percebeu realmente de que lado ele está, nem sequer experimentou uma manifestação da natureza real do verdadeiro lado negro ou que ele com certeza vai levar tudo à morte e à destruição. Nem parece que ele vai chegar a alguma conclusão depois do final da série. Draco acredita nos mesmos sentimentos que muitos Comensais da Morte, e segue seu pai obedientemente, mas ele não consegue empregar seus métodos, portanto nunca se dedicando completamente a algum dos lados.

Embora seja o protótipo do Slytherin, a fidelidade de Draco parece ser governada pelo que existe de ganho em potencial para ele. Ele, com certeza gostaria de ficar do lado vencedor.

PerguntasEditar

  1. Como o amor de Narcissa Malfoy por seu filho, modifica suas ações?
  2. Será que Malfoy vai ter um ponto de recuperação, um ponto onde ele descubra que o caminho de Voldemort só leva à destruição e à morte?

SpoilerEditar

Aviso aos leitores de nível intermediário: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

Visão CompletaEditar

Embora ame seu pai, Draco tem medo dele e do que pode vir a acontecer caso o desobedeça ou faça algo de que ele não goste. Sua maior vulnerabilidade é seu amor por seus pais e o amor deles pelo filho. Quando ele tenta imitar Voldemort, a maior diferença entre eles é que Draco conhece o amor, aquele de sua mãe e embora um pouco menos de seu pai. Draco cresceu numa família protegida com uma mãe que cuidou dele com amor enviando pacotes durante seu primeiro ano em Hogwarts, e um pai que faria uma tempestade caso alguém ferisse seu filho. Mas podemos reparar através de algumas interações entre Draco e Lucius é que existe, definitivamente, um aspecto opressivo no relacionamento deles. Podemos imaginar que Draco cresceu numa casa abusiva, constantemente cercado por violência verbal (senão física) e isolamento. Esse aspecto é quase sempre menosprezado, quando as pessoas vêem Draco sempre como “o cara mau”, mas as pessoas nunca procuram ver porque ele age assim.

Draco não consegue matar. No capitulo 27 do sexton livro, Voldemort ordenou que ele matasse o Professor Dumbledore. No entanto, quando a oportunidade finalmente chega, Draco perturbado e dilacerado, hesita e é convencido pelo professor. Também no último livro, capitulo 23, ele é mandado identificar Harry, Ron e Hermione, e, de novo não consegue, dando uma resposta ambígua, mesmo quando seu pai exige uma resposta definitiva. Ambos os casos mostram que Draco tem escrúpulos e possui um pouco de humanidade que o impede de cometer atos imorais. Dumbledore reconheceu essa humanidade em Draco, e sabendo que, cometer assassinato iria destruir a alma do rapaz, ele e Snape fizeram o plano para protegê-lo. Parece que o ódio de Draco por Harry diminui mais tarde, e, no epílogo, ele cumprimenta Harry com um aceno educado na estação do trem, quando enviam seus filhos para Hogwarts.