Introdução à arqueologia/Túnel do tempo

Túnel do tempoEditar

A arqueologia pré histórica estuda como é óbvio, as culturas passadas que não possuíam linguagem escrita.

Idade da Pedra ou período Paleolítico é o início da arqueologia – é a parte da história humana que inclui nosso ancestral imediato, Australopitecus.

O estudo prossegue daí em diante, mas, também daí para trás sempre em busca do famoso “elo perdido”.

Este ramo depende a princípio da escavação e recuperação de evidencias culturais.

Já a arqueologia histórica, estuda as culturas que existiram durante o período histórico registrado – muitos milhares de anos em algumas partes do mundo e apenas algumas centenas de anos em locais como as Américas.

A arqueologia clássica, que, em geral mantém o foco na Grécia antiga e em Roma (as culturas clássicas), está inserida dentro da arqueologia histórica.

De modo geral esses estudos estão mais ligados à história da arte do que à antropologia.

Mas, sem dúvida a arqueologia sempre surpreende encontrando, reconhecendo e datando artefatos e mesmo esqueletos, para esclarecer a história. (Veja link abaixo)

A Europa, por exemplo, fica fácil para os arqueólogos, mas na verdade muito difícil para os construtores porque são muitas camadas de história enterradas no chão.

 
local de sepultamento de Ricardo III

Voltando mais no túnel do tempo imagine escavar no Egito, Iraque, Irã, Israel. O Oriente Médio é um verdadeiro tesouro, berço de culturas inigualáveis.

Bem, para lidar com descobertas nos lugares chamados “Lugares Santos” para diversas religiões, temos a arqueologia bíblica.

Ela busca desvendar os eventos que estão descritos na Bíblia judaico-cristã. Para alguns estudiosos a Bíblia é tomada por um documento histórico, para outros há a necessidade de provar que tudo o que lá está escrito foi real, de fato ocorreu.

Isso torna muito delicada qualquer definição de artefato porque envolve religiões.