Marcas nas fotografias de Werner Haberkorn/Vista parcial da Avenida Ipiranga. São Paulo-SP 1

Vista parcial da Avenida Ipiranga. São Paulo-SP (metadados).

Lista de marcas identificadasEditar

  • Mobioil
  • Ford
  • Sinclair

Pesquisa sobre marcasEditar

MobioilEditar

A história da MobilOil é marcada por diversos movimentos de fusões entre as as companhias de petróleo que possuíam a marca.

         Em 1986, em Nova Iorque, é fundada a Vaccum Oil, empresa especializada em lubrificantes de máquinas. O óleos e lubrificantes da Vaccum eram líderes no mercado, isso porque, apesar da formula secreta, o produtos era vendido em latas atraentes e proporcionavam ao cliente um atendimento especial no ato da compra e escolha do produto.

         Em 1879, a Standard Oil Of New York, também conhecida como Esso, adquire 75% da Vaccum Oil.

         Em 1911, a Suprema Corte dos Estados Unidos decide quebrar o monopólio da Standard Oil Of New York e os obriga a se dividirem em empresas menores. No Brasil, é criada a Mobil Oil do Brasil Indústria e Comércio, que tem sua sede na cidade de Santos (SP). Em 1966, em comemoração aos 100 anos, a companhia muda seu nome para Mobil e cria um novo logo.

         Algum tempo depois, numa época em que as mulheres passavam a dirigir automóveis com maior frequência, a companhia cria o Mobil Super Troca de Oleo, um novo modelo de negócio baseado em franquias, com a implantação de centros de lubrificação com espaço de convivência.

         A marca se tornou referência mundial, principalmente no Brasil, pois sempre levou em consideração os fatores sociais e econômicos em cada um dos seus passos. No ano de 1967, a Mobil passa a fornecer lubrificante para o bondinho do pão de açúcar.

Referências

Sobre a Mobil. Disponível em <http://mobil.moovelub.com/pt-br/sobre-a-mobil/historia> . Acesso em: 13 de novembro de 2018.

FordEditar

        A Ford Motor Company foi fundada em 16 de junho de 1903, em Detroit. E logo em seguida apresenta o seu primeiro automóvel, tendo aproximadamente 1700 unidades fabricadas. O modelo K foi apresentado ao público em 1906, sendo considerado um carro de luxo, foi um fracasso.

         Em 1908, a companhia abre sua primeira filial fora da América, em Paris, e apresenta o modelo T, veículo que pode dar espaço para Henry Ford expor as suas ideias revolucionarias. Com a introdução desse modelo, a Ford se torna o maior fabricante norte-americano de automóveis.

         Em 1909, o primeiro automóvel Ford chega ao Brasil, sendo uma preferência apenas dos poucos brasileiros ricos que podiam adquirir o produto. 5 anos depois, Henry Ford assina contrato para venda do modelo T na China, Indonésia e Siam. É aberta a 1ª filial da Ford na América do Sul (na Argentina), estabelecendo sua 1ª oficina e salão de vendas. A filial argentina daria origem à filial brasileira, alguns anos depois. Henry Ford inicia os experimentos com o conceito de linha de montagem móvel, que se efetivaria em 1914 e iria revolucionar a produção de automóveis. Com o aumento da produção, mais da metade dos automóveis produzidos nos Estados Unidos, no início da década de 20, eram Modelos T, que chegaram a custar um mínimo de 260 dólares.

         Em 1967, a Ford produzia seu primeiro automóvel brasileiro, o Galaxie 500, com o motor V8 de 4,5 litros produzido no Brasil. O carro foi apresentado ao público em 2 de abril daquele ano e foi o primeiro automóvel verdadeiramente moderno feito no Brasil.

        Desde o seu início, os criadores da Ford sempre deram o seu máximo para fabricarem carros modernos, revolucionários, seguros, confortáveis e acessíveis. E ainda é claro o quanto ela acredita em tudo isso que construiu.

Referências

Sobre a Ford. Disponível em: <https://www.ford.com.br/sobre-a-ford/historia/>. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

SinclairEditar

Criada em 1 de maio de 1916 por Harry Ford Sinclair (1876-1956), a Sinclair Oil Corporation foi uma empresa ligada a produção, refinamento e distribuição de produtos derivados do petróleo. Antes de dar início a esta companhia, Harry Ford Sinclair era farmacêutico no Kansas e só foi trabalhar no ramo petrolífero em 1901. Seu trabalho deu início aos campos de petróleo de Oklahoma, e mais tarde em 1913, Sinclair possuía mais de sessenta companhias de petróleo, a maioria em Oklahoma, tornando-o o maior operador independente de petróleo na região.

Harry Sinclair manteve o controle pessoal da nova empresa, que operava através de várias subsidiárias, incluindo a Sinclair Oil and Gas Company. A empresa expandiu-se rapidamente ao desenvolver participações em todo o oeste dos Estados Unidos e na América Latina até que, na década de 1920, foi a sétima maior empresa de petróleo do país. Em 1930, Sinclair adotou Dino, o Dinossauro, como sua marca oficial, e o símbolo se transformou em uma das imagens corporativas mais conhecidas do país.

O cargo da presidência foi deixado por Harry em Janeiro de 1949, a companhia passou por um processo de gestão corporativa mais diversificado. Em 1976, a Atlantic Richfield (ARCO) comprou a empresa e liberou partes dela, inclusive o nome, para Earl Holding. No início do século XXI, ainda pertencida a Holding, a Sinclair possuía 2600 postos de gasolina em vinte e dois estados do oeste e centro-oeste. Dino, o dinossauro permanece como símbolo da marca até os dias atuais.

Referências

SINCLAIR OIL AND REFINING CORPORATION. Disponível em: <https://www.okhistory.org/publications/enc/entry.php?entry=SI007>. Acesso em: 20 de novembro de 2018.

Travel Back in Time with Dino. Disponível em: <https://www.sinclairoil.com/history/>. Acesso em: 20 de novembro de 2018.

Comentários sobre a fotografiaEditar

Nas fotografias de Harberkorn, é possível destacar 2 pontos chaves: a verticalização e a automobilização.

         Em suas fotografias, Werner Haberkorn trabalhava com as paisagens urbanas e possuía uma olhar direcionado para as áreas da cidade com maior carga simbólica. É possível perceber que ele levou em consideração a região central de São Paulo e como os modos de viver e morar estavam se transformando. A cidade estava se tornando mais vertical a cada dia, com a construção de novos edifícios. Os meios de transporte estava se modernizando, e gerando um imenso fluxo na cidade.

         Assim, o autor das obras se utilizou de recursos fotográficos que mostrassem a grandiosidade da capital, entre eles: contraste de luz, recorte fotográfico em formato vertical e contraste entre a natureza e a urbanização.