Logística/Gestão de armazéns/Recepção e expedição/Princípios da recepção e da expedição: diferenças entre revisões

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Os seguintes princípios servem como guia da actividade de recepção por forma a dar-lhe uma maior dinâmica. Estes pretendem simplificar o fluxo de material através da actividade de recepção e garantir que os requisitos são cumpridos através do mínimo de trabalho. Os princípios da recepção são ([[Logística/Referências#refbTOMPKINS|Tompkins et al., 1996, p. 397-400]]):
# Não receber - Para alguns materiais, a melhor recepção acontece quando a mercadoria não chega a ser recebida. Fazer com que o [[w:Vendedor|vendedor]] faça o envio directo dos materiais para o [[w:ClienteConsumidor|cliente]] poupa tempo e trabalho laboral associados à recepção. Um exemplo disso são encomendas grandes e volumosas que ocupem muito espaço no armazém.
# Pré-receber - Quando se está na [[w:Doca|doca]] de recepção, a actividade que ocupa mais tempo e mais espaço dá-se na recepção das mercadorias, pois existe a necessidade de manter o material para identificação do produto, designação do local de [[w:Armazenagem|armazenagem]], entre outros. Em alguns casos a informação sobre os materiais que estão a chegar pode ser enviada directamente do vendedor na altura da [[w:expedição|expedição]], pode estar guardada num [[w:Smart card|smart card]] que vem com a encomenda ou então através de mecanismos de [[w:Rádio frequência|rádio frequência]] colocados ao longo do percurso.
# ''Cross-docking'' - O objectivo da recepção é preparar o material mais rapidamente para ser expedido. A maneira mais rápida e produtiva será através do ''cross-docking'', pois a expedição é feita a partir da doca de recepção. Desde material paletizado com um ''SKU'' por [[w:Palete|palete]], caixas soltas empilhadas no chão e mercadoria reservada por clientes são excelentes candidatos ao processo de ''cross-docking''.
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