Israel/História: diferenças entre revisões

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Enquanto isso, a Palestina foi ocupada por bizantinos e, em seguida, pelos árabes no século VII. Seguiu-se um período sob domínio dos cavaleiros cruzados entre os séculos XI e XIII. A região foi retomada pelos árabes até o século XVI, quando foi conquistada pelos turcos otomanos do Sultão Selim I. O Império Turco Otomano administrou a região até a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), quando foi derrotado e teve que ceder o atual território de Israel para ser administrado pela Grã-Bretanha. A Grã-Bretanha administrou a região até o final da Segunda Guerra Mundial, quando a recém-fundada Organização das Nações Unidas, diante da pressão da comunidade judaica pela criação de um estado judaico na região, decidiu criar três estados na região: um território árabe, um território judaico e um território sob administração internacional. Porém tal divisão não foi aceita pelos países árabes da região e, em 1948, logo após a criação do estado judaico de Israel, este foi invadido pelos países árabes vizinhos. Após este conflito, que ficou conhecido como a Guerra da Independência de Israel, o território judaico ficou maior que o originalmente estabelecido pela ONU.
 
Em 1967, ocorreu novo conflito entre Israel e os países árabes vizinhos. Após esta guerra, que ficou conhecida como Guerra dos Seis Dias, Israel passou a controlar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, que estavam anteriormente sob domínio de Jordânia e Egito, respectivamente. Em 1973, os países árabes vizinhos atacaram Israel no dia do Yon Kippur, dia de jejum para os judeus. Foi a chamada Guerra do Yon Kippur.
 
Em 1982, Israel ocupou o sul do Líbano, visando a se defender dos ataques de foguetes lançados pelas organizações palestinas sediadas na região.
 
Em 1993, o primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin e o líder da Organização pela Libertação da Palestina Yasser Arafat assinaram um acordo na capital norueguesa Oslo se comprometendo a criar um estado palestino formado pela Cisjordânia e pela Faixa de Gaza. Dois anos depois, Rabin foi assassinado por um extremista judeu que o considerou um traidor de Israel por ceder terras aos palestinos.
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