Diferenças entre edições de "Design de Mídias Participativas/Fundamentação Teórica/Inteligência Coletiva/O que é a Inteligência Coletiva?"

mobilização de competências e `estranhamento`
(mobilização de competências e `estranhamento`)
Ela está ''por toda parte'' porque, nela, todo ser humano tem direito a reconhecimento por aquilo que sabe, independente de disciplinas, programas, pre-requisitos ou preconceitos. Cada pessoa pessoa tem algum conhecimento a acrescentar, seja qual for o contexto em que ele se insira.
 
Assim, cada pessoa enxerga no próximo uma possível fonte de enriquecimento, e por isso a inteligência coletiva é ''incessantemente valorizada''. As diferenças não são mais motivos de `estranhamento` e sim de valorização e aprendizado recíproco.
 
Ela só pode ser ''coordenada em tempo real'' a partir do momento em que a maior parte de nossa comunicação ocorre através de tecnologias digitais, capazes de organizar rastros de informação e tecer uma paisagem móvel de significações. Conhecimento e conhecedores adquirem sentido em um mapa dinâmico que ajudam a formar e transformar continuamente.
Para atingirmos uma ''mobilização efetiva das competências'', é preciso reconhecê-las em toda a sua diversidade, muito além dos saberes oficialmente válidos. "Na era do conhecimento, deixar de reconhecer o outro em sua inteligência é recusar-lhe sua verdadeira identidade social".
 
Atingir uma meta como a de mobilização de competências inclui múltiplas significações, tais como:
 
. estudo de uma educação valorativa tanto do aluno quanto do mediador;
 
. questionamento contínuo e recorrente da metodologia empregada;
 
. criação de compostos de divulgação dessa metodologia;
 
. Rodízio contínuo e recorrente das pessoas envolvidas na dinâmica do processo.
===Referências===
<references/>
27

edições