História da Nova Zelândia /Exploradores Europeus

Os primeiros exploradores europeus a descobrir a Nova ZelândiaEditar

 
primeiro mapa da Nova Zelândia feito por James Cook



Abel TasmanEditar

Abel Tasman, foi o primeiro europeu a avistar a Tasmânia e a Nova Zelândia em 1642, ele foi um navegador, explorador e comerciante holandês. Na verdade, ele procurava pelo grande continente ao sul (Austrália).

Tasman anotou em seu diário que encontrara uma grande extensão de terras, com elevações (a área que ele avistou era próxima dos Alpes do Sul, cadeia de montanhas na South Island).

Ele chamou o local de Staten Landt, se referindo à Terra dos Estados Gerais (holandeses).

O primeiro encontro de Tasman com os maori foi em 18 de dezembro em Taitapu Bay (hoje chamada Golden Bay), quando duas canoas vindas da praia se aproximaram do navio de Tasman.

É claro que não houve comunicações porque os holandeses e os maori não entendiam as línguas uns dos outros.

 
Abel Tasman

Mais tarde mais canoas se aproximaram do navio, então os holandeses enviaram um bote para convidar os maori a subir ao navio. Uma das canoas abordou o pequeno bote holandês e os maori mataram alguns marinheiros.

Os holandeses então, atiraram nos maori quando mais canoas se aproximavam, o que fez com que os maori voltassem para a praia rapidamente. Depois disso, Tasman seguiu até a ponta da North Island antes de abandonar as águas da Nova Zelândia.

James CookEditar

O explorador britânico e capitão do Endeavour entrou nas águas neozelandesas em 06 de outubro de 1769 e lançou âncora onde hoje é Poverty Bay.

 
Capitão James Cook


Quando Cook viu fumaça, percebeu que a terra era habitada e então mandou um grupo de marinheiros se dirigir à praia. A ideia era fazer amizade com os nativos e conseguir água fresca para levar para bordo.


Os maori, no entanto, foram hostis e os britânicos tiveram que atirar para se defender.


Cook tentou comerciar com os maori novamente em outros locais mas não teve sucesso. Ele conseguiu mapear 2400 milhas de costa em sua viagem, e provou que a Nova Zelândia não fazia parte do continente.

Ele ainda retornou à Nova Zelândia outras duas vezes no século 18.