Editado por outro utilizador.
Última edição: 08h24min de 17 de agosto de 2016

Comecei a escrever e ficou um pouco grande...

Pensando dessa forma o ideal então seria o foco em produção de exercícios para deixar os livros de exatas. Com um pouco mais de conteúdo poderíamos atrair professores.

Se refletirmos um pouco fica clara essa posição da professora um livro de história feito por dois professores de orientação ideológicas diferentes seria disputas e discussão pelo posicionamento até(talvez) chegar próximo a imparcialidade.

Para mim o entendimento dessa imparcialidade é complexo e um professor dificilmente vai querer ter seu nome ligado a um posicionamento que não possui. Isso inevitavelmente acontecerá, pois em um livro chegaremos a áreas em que não há consenso. Por exemplo, tem livros de filosofia que gostam de trabalhar o período histórico outros preferem falar sobre pensador a pensador. Bem, ambas as abordagens são válidas e chegariam a resultados similares, entretanto se refletiria em um ponto de discussão.

Diferentemente de um artigo de uma enciclopédia um livro é muito mais complexos e coloca diversos empecilhos para sua criação.

Analfabeta16h13min de 11 de julho de 2013
Editado por outro utilizador.
Última edição: 08h24min de 17 de agosto de 2016

Tenho aqui em mãos um dicionário do Aurélio, são aproximadamente 20 pessoas trabalhando, diretamente, em um mesmo dicionário. E como sabemos, dicionários são muito "criteriosos", e os critérios com certeza, podem variar de contribuidor para contribuidor. Uns querem selecionar palavras baseada em um critério A, outros B, C, e assim por diante. Eles devem ter discutido muita coisa... mas o dicionário foi impresso! Ou seja, ficou pronto! Não é muito diferente da nossa comunidade.

Em todo lugar que houver um grupo, terá que haver bom senso e um pouco mais de esforço na união (por mais que não concordemos com tudo).

Um exemplo recente e pessoal que tive, foi com o livro de português, achei que ele aprofundava muito em determinados assuntos, mas mesmo assim resolvi continuar a contribuir no livro. Pois eu sei que se esse trabalho ficar bom, mesmo sendo fora do meu escopo, sei que posso usar grande parte dele para fazer meu próprio livro.

Por mais que nas outras áreas possa ser um pouco diferente, também podemos aplicar a mesma observação, inclusive história, pois como Boris Fausto disse, cada historiador apresenta quase que uma perspectiva "pessoal" sobre acontecimentos históricos, mas todos eles os apresentam acompanhados de fatos. Isso pode ser reaproveitado e trabalhando em grupo.

Guiwp (Discussão)20h02min de 11 de julho de 2013
Editado por outro utilizador.
Última edição: 08h24min de 17 de agosto de 2016

Gostaria de pedir desculpas pois quando citei a opinião da referida professora foi para tentar exemplificar que não existe disciplina com "menos entraves" para trabalhar coletivamente. Em qualquer uma encontraremos as dificuldades que já estamos nos acostumando.

Acredito que se o professor tiver o pensamento aberto às novas idéias e tiver a motivação voluntária para trabalhar coletivamente, conseguirá discutir e produzir sobre qualquer assunto em uma comunidade aberta como a nossa. O problema é encontrar estes professores, rsrsrs. Em outras palavras, o problema não seria a disciplina e sim o perfil do voluntário.

OTAVIO1981 (Discussão)20h23min de 16 de julho de 2013
Editado por outro utilizador.
Última edição: 08h24min de 17 de agosto de 2016

"Desculpas"? Que nada Otavio, só tenho a agradecer a sua e a participação da "analfabeta" (que não me parece nem um pouco analfabeta Smile.svg ). Eu é que nos comentários dei mais "ênfase" a união e ao voluntariado. Principalmente quando falamos desse: Tópico:Wikilivros:Diálogos comunitários/Apoio de professores/resposta (22). (rs vocês devem ter achado que eu era um bot! Smile.svg)

Citação: Otavio escreveu: «Enfim, se pudéssemos encontrar um interesse comum...»

Isso daí já diz tudo, como você mesmo disse: interesse comum.

Guiwp (Discussão)21h33min de 16 de julho de 2013